Já não enviamos cartas, mas e-mails

Pac-man de origamiJá dissemos adeus ao papel. Soubemos que o papel foi uma revolução para o desenvolvimento da imprensa e das comunicações. A informação podia se conservar e armazenar de maneira muito mais fácil que antes. Obter pergaminho era complexo e o papiro era delicado. Portanto, o papel foi uma solução para o abastecimento e a conservação.

Hoje estamos perante outra transição: do papel passamos às comunicações eletrônicas. Há uns anos atrás começamos a enviar SMS e e-mails. Assim, deixou-se de enviar muitas cartas pelo correio postal. Os destinatários de nossas mensagens recebiam-nas na hora. O sistema eletrônico é simples, econômico e instantâneo.

Outro tipo de comunicações, contratos, faturas, ou notificações demoraram mais tempo em virar para a forma eletrônica. Este tipo precisa de uma segurança das partes, do momento de exceução e do conteúdo que só se conseguia pela maneira tradicional em papel. A assinatura ou o carimbo, assim como a conservação dos originais para justificar os factos eram o único formato válido. Mas faz uns anos, apareceram as comunicações eletrônicas certificadas. Estas têm total validade jurídica.

Por exemplo, se um vendedor de serviços bancários (tipo cartões de crédito) envia as condições de um serviço via e-mail certificado, o resultado é um documento de contrato válido como qualquer contrato em papel. Se o cliente aceitar as condições do contrato pela mesma via, o resultado é um documento vinculativo com total validade perante terceiros.

Esta transição não significa que o papel já não tem utilidades. Por exemplo, todo esse papel que já não usaremos para fazer contratos pode servir para fazer… origami.

#sayonarapapel

Lleida.net
A Primeira Operadora Certificadora – Mensagens eletrônicas certificadas

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